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13/08/2017 07:15 Carlos Palmeira

Mato Grosso registra uma leve queda na produção industrial no primeiro semestre

Mato Grosso registrou uma leve queda de 1,4% na produção industrial no primeiro semestre, na comparação com o mesmo período do ano passado. Entre os setores onde a retração foi mais forte esteve o ramo alimentício. Somente a produção de bebidas como cervejas, chopes e refrigerantes caiu 4,2% entre janeiro e junho. A pesquisa é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e foi divulgada na terça (8).

Os números do Estado ficaram, inclusive, abaixo da média nacional, que registrou uma pequena alta na produção de 0,5%, no mesmo período. Dos quinze locais pesquisados, somente quatro apresentaram retração entre janeiro e junho. Mato Grosso foi acompanhado na piora pela região Nordeste (-2,3%), Pará (-0,2%), Bahia (-7,4%) e São Paulo (-0,1%).

O IBGE pontuou que quatro das seis atividades pesquisadas em Mato Grosso tiveram retração no período, sendo que um dos principais impactos aconteceu no setor alimentício (-1,9%), que foi pressionado, em grande parte, pela menor fabricação de carnes de bovinos congeladas, entre os motivos está o reflexo da Operação Carne Fraca.

A indústria mato-grossense também apresentou quedas na produção nos ramos de outros produtos químicos (-7,1%) e de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-5,7%). A explicação nesse caso é que houve uma menor fabricação de pela de adubos ou fertilizantes com nitrogênio, fósforo e potássio (NPK), no caso dos químicos, e de álcool etílico, no caso dos derivados de petróleo.

Por outro lado, as atividades de produtos de minerais não-metálicos (13,6%) e de produtos de madeira (5,9%) tiveram influências positivas sobre o total da indústria, impulsionadas, em grande parte, pela maior fabricação dos cimentos “portland”, na primeira; e de madeira serrada, aplainada ou polida, no segundo caso.

Junho

Na comparação de junho com o mesmo mês em 2016, a indústria de Mato Grosso assinalou variação nula (0,0%), sendo que quatro dos seis setores investigados demonstraram recuo na produção.

Os impactos negativos mais importantes nesse caso foram registrados também pelos setores de produtos alimentícios (-0,6%), de bebidas (-8,2%) e de produtos de madeira (-3,3%), pressionados, sobretudo, pela menor fabricação de carnes e miudezas de aves congeladas, rações e óleo de soja em bruto, no primeiro ramo; de cervejas e chope, no segundo e de madeira serrada, aplainada ou polida, no último.

No outro lado da balança, a atividade de produtos de minerais não-metálicos (33,3%) apontou a contribuição positiva mais relevante sobre o total da indústria, impulsionada, em grande parte, pela maior fabricação de cimentos do tipo portland.


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Jose Lucio Junqueira Caldas
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