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06/02/2018 06:26 Folha do Progresso

Tráfego na BR-163 é parcialmente liberado no sudoeste do Pará

Cerca de 2.500 (dois  mil e quinhentos ) caminhões ficaram parados na BR-163 entre o município de Novo Progresso e o distrito de Moraes de Almeida (PA). Os caminhões não estavam conseguindo trafegar em uma serra onde o Exército executa obras com o DNIT, a lama impede a trafegabilidade para os motoristas que seguiam ou retornavam do porto de Miritituba, no município de Itaituba (PA).

A situação durou por  oito dias, os motoristas ficaram sem alimento e água potável – pediram socorro. Uma fila de mais de 70 km de um lado da rodovia sentido Novo Progresso /Santarém foi formada – empresas do setor de transporte se uniram e distribuíram alimentos e água, para os motorista. A fila também se estendeu entre Miritituba e Moraes/Almeida, os caminhões vazios também encontraram dificuldades para passar no atoleiro, o exercito e PRF (Polícia Rodoviária Federal) controlam o trafego  no sistema PARE e SIGA. Motoristas protestaram neste domingo (04) queimando pneus na rodovia,para chamar atenção do DNIT do Pará para providências. 

Motoristas usaram as redes sociais (WhatsApp e Facebook) para divulgar o descaso do governo com a categoria no estado do Pará. Na manhã de ontem, segunda-feira (05) o com a trégua das chuvas o trânsito foi liberado na altura da Serra de Moraes Almeida, o  trecho  exige cuidado. Homens do exercito e DNIT trabalham no local  colocam pedras no eixo da rodovia para acabar com o atoleiro, o restante do trecho sem pavimentação o trafego é normal até o porto de Miritituba.  A fila ainda existe aos poucos vai diminuindo.

RECLAMAÇÕES

O Motorista  , Edevaldo Gomes Ferreira , 46 anos, trabalha com caminhão da empresa transportadora Comando Diesel, entrevistado pelo Jornal Folha do Progresso, disse que roda pela região a mais de quatro ano, reclamou do  trabalho do DNIT no estado do  Pará – “é muito  ruim”, eu  só vejo o pessoal trabalhando na rodovia no verão e não fazem serviço que presta, já poderiam ter pavimentado tudo, a serra onde tem atoleiro eles nunca mexeram ,agora rasparam e pioraram tudo acabaram com a estrada, isto é uma vergonha, comentou e desabafou Edvaldo.

DNIT

Em nota o DNIT  em Brasília divulgou nota explicando que este problema esta sendo solucionado, que as fortes chuvas ocasionaram os atoleiros, que uma empresa contratada atrasou os serviços, quando exercito chegou no local para realizar a obra não parou mais  de chover, que o trafego vai ser normalizado naquele local.


Nativa News

Jose Lucio Junqueira Caldas
Alta Floresta - MT
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