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06/10/2021 06:10 Jornal MT Norte

Alta Floresta: “Conselho Municipal de Educação cobrou reforma, mas no retorno das aulas é transtorno”

Mônica Gonzaga Marques Benetti, diz que o Conselho cobrou as reformas das escolas, mas fazê-la s no momento que as aulas recomeçaram é um transtorno para os alunos e pais

Em março de 2020 governos de todos os entes federativos estavam suspendendo as aulas presenciais por conta da pandemia do Coronavírus. Naquele momento haviam muitas dúvidas em relação ao fechamento das escolas.

Um ano e meio depois, as aulas no Brasil começam a retornar de forma hídrica, ou seja, metade presencial e a outra metade online Mônica Gonzaga Marques Benetti, diz que o Conselho cobrou as reformas das escolas, mas fazê-la s no momento que as aulas recomeçaram é um transtorno para os alunos e pais.

O Governo de Mato Grosso anunciou a volta as aulas em todas as escolas estaduais a partir do último dia 13 de setembro. Com a volta das escolas estaduais, as escolas municipais de todos os municípios do estado, automaticamente também iniciaram, parecendo que estávamos próximos da normalidade.

Em Alta Floresta, logo após as escolas municipais anunciarem o retorno das aulas, 8 escolas fecharam novamente para reformas. A presidente do Conselho Municipal de Educação, Mônica Gonzaga Marques Benetti, disse à Mato Grosso do Norte, que o conselho está acompanhando esta situação.

“Nós estamos desde o início do ano fazendo acompanhamento das aulas juntos com a Secretaria Municipal de Educação. Foi feito um plano de trabalho das aulas não presenciais com a previsão de assim que os profissionais tomassem as duas doses da vacina teria o retorno das aulas presenciais no sistema hibrido. Ou seja, metade do sistema online e a outra metade presencial, para concluir o ano letivo desta forma”, informa Mônica. A presidente faz um alerta: com todo esse tempo sem aulas, as crianças estão tendo um grande prejuízo.

“Foi feito um plano para este retorno com a participação das escolas e até do Ministério Público. As aulas começaram no último dia 13 de setembro e agora, 8 escolas que serão reformadas tiveram que paralisar suas atividades”, disse.

“Essas reformas é uma cobrança, sim, do Conselho Municipal de Educação! A gente sabe que todas as escolas precisam de melhorias, agora o planejamento dessas reformas, neste momento que acaba de recomeçar as aulas, está trazendo um transtorno para os pais e a comunidade escolar que foram pegos de surpresas com essa decisão”, analisa.

Questionada sobre os prazos de entregas das obras para a comunidade, para que fosse feito um planejamento de retorno das atividades escolares, Mônica garante que o Conselho Municipal de Educação ainda não teve acesso aos projetos das obras e não tem conhecimento sobre os prazos de entrega.

“Oficialmente o Conselho de Educação ainda não recebeu os projetos dessas reformas, solicitamos que seja encaminhado para o Conselho para que possamos acompanhar, fazer as fiscalizações e para termos também a questão dos prazos de entregas das obras. Acredito que vai até o final do ano para as escolas ficarem prontas, até porque são duas empresas e cada uma irá reformar quatro escolas”, enfatiza a presidente.

TRANSPORTE ESCOLAR- Outro fator muito importante, mas que também tem gerado transtornos para a comunidade é em relação ao transporte escolar. Sobre essa questão, Mônica esclarece que a frota do município não é suficiente para atender toda a demanda.

“Fizemos um relatório sobre as condições da frota do município, muitos ônibus precisam de alguns reparos, mas precisamos de empresas contratadas para complementar o transporte. Enquanto não estávamos tendo aulas, não tínhamos problema.

Quando o estado voltou com as aulas, começou a aparecer as situações. O que o Conselho foi informado é que houve uma licitação para contratação de empresa terceirizada, mas a licitação foi frustrada por conta de uma empresa que recorreu de uma situação e agora tem que esperar o prazo para abrir uma nova licitação”, disse Mônica.

A presidente do Conselho de Educação disse que não sabe se a licitação vai ocorrer ainda este ano. “Está tendo sim algumas linhas que não está sendo realizado o Transporte Escolar, apesar de ter ônibus fazendo mais de uma linha para atender as escolas. Também teve a falta de motoristas, nem todos que foram chamados aceitaram e por causa desses motivos, ainda há problemas a serem resolvidos na questão do transporte escolar”, aponta.


Nativa News

Jose Lucio Junqueira Caldas
Alta Floresta - MT
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